terça-feira, 21 de outubro de 2014

sexta-feira, 17 de outubro de 2014

Audiência Pública - Projeto Porto Baleia

Olá gostaria de comunicar a todos os moradores de Paulo Lopes que dia 29 de Outubro haverá Audiência Pública sobre o Projeto Porto Baleia mais informações nos banners abaixo:


Vamos participar pessoal isso é muito importante para o futuro da nossa cidade!!
Mais informações sobre o "Projeto Porto Baleia" esta no blog um encarte para baixar ou visualizar em PDF lá tem um monte de informação sobre esse projeto.





segunda-feira, 16 de junho de 2014

Estudo de Impacto Ambiental do Projeto Porto Baleia a Ser Desenvolvido no Município de Paulo Lopes

Vai em anexo o encarte digital "Estudo de Impacto Ambiental do Projeto Porto Baleia a Ser Desenvolvido no Município de Paulo Lopes"

Link do Encarte Digital: Clique Para Baixar

Projeto de megaempreendimento em área verde de Paulo Lopes causa polêmica na região

Um projeto de ocupação que prevê 12 empreendimentos entre moradia, hotel, centro de convenções, aeródromo, clubes de golfe e polo em Paulo Lopes, em uma área verde no entorno do rio da Madre equivalente a mil campos de futebol, tem causado dúvidas e polêmica entre os moradores da região e dos balneários vizinhos. Cartilhas informativas, com ilustrações, planos e mapas, que resumem o projeto privado Porto Baleia - enviado para análise da Fatma (Fundação do Meio Ambiente), foram entregues aos moradores da cidade.  A proposta é executar em cinco etapas durante 20 anos.
Empresários da Agroland Ltda, empresa que é dona de parte das terras onde hoje opera com serviços de pecuária, tiveram a ideia há cerca de quatro anos e propuseram a parceria a um grupo de investidores, que agora integram o projeto conceito. O engenheiro agrônomo especialista em gestão física e territorial, Ricardo Luiz Scherer, foi quem fez os estudos para o projeto Porto Baleia e afirma que não é apenas um conjunto de empreendimentos, mas sim um plano de urbanização sustentável. Com projetos para mobilidade e conservação do estuário da Lagoa do Ribeirão, afluente do Rio da Madre.
Se o plano for concretizado, o projeto prevê, em 2035, uma movimentação média de 13 mil pessoas por dia na baixa temporada e 15 mil na alta temporada, somente no local onde estará instalado o Porto Baleia. Quase duas vezes a população estimada de Paulo Lopes em 2013 segundo o IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística), de 7.045 habitantes.
A área abrigaria cerca de 8.400 moradores e 5.387 unidades entre residências, quartos de hotel e salas comerciais, podendo ser casas ou prédios com média de quatro andares e máximo de 15 andares. Hoje a área verde conta com poucas casas, de nativos da região e nenhum prédio residencial ou comercial.

Daniel Queiroz/ND
Área verde com poucas casas de nativo, daria lugar a um projeto de ocupação com mais de 5.387 unidades, entre residências, quartos de hotéis e salas comerciais

Moradores da região tem dúvidas sobre o projeto
As opiniões se dividem entre os moradores do entorno. A preocupação dos que não concordam com o empreendimento ou ainda não têm conhecimento completo do projeto é a área verde, a lagoa e o rio da Madre. A área foi desanexada do Parque da Serra do Tabuleiro entre 2009 e 2010 e virou uma APA (Área de Proteção Ambiental), hoje regulamentada por um decreto estadual de 2010. O plano de manejo e conselho gestor desta área estão em fase de elaboração.
O pedido da LAP (Licença Ambiental Prévia) para o projeto foi protocolado na Fatma há duas semanas e pode ficar em análise por até um ano ou por quanto tempo os técnicos considerarem necessário. Esta autorização apenas indica o que é viável ou não, depois ainda é necessário a LAI (Licença Ambiental de Instalação) para o início das obras e, por último, a LAO (Licença Ambiental de Operação).
Mas os autores da ideia não tem pressa. A proposta é mesmo em longo prazo. A ideia dos investidores proponentes do projeto é de que o complexo Porto Baleia esteja completamente pronto e em funcionamento pleno em 2035. Seria dividido em cinco partes, construído ao poucos e paralelamente.
Para o encanador aposentado e pescador Antônio Nascimento, 65, o projeto pode ser bom para uns e ruim para outros. Ele acha que pode trazer emprego para quem mora na região, mas ao mesmo tempo teme em perder a bela vista que tem do quintal da sua casa no bairro Ribeirão, em Paulo Lopes, terreno vizinho do rio e da área onde futuramente pode abrigar o projeto Porto Baleia. “Depois que eles pegarem a terra, pode ser que ninguém mais passe por ali e, se for assim, vai fazer falta”, diz.
A filha dele, Janaína Nascimento,30, teve acesso à cartilha e não vê vantagem: “O que eu vivi com meu pai, meus filhos não vão viver com o avô. De natureza a gente já tem pouco. Hoje vamos ao rio no fim de semana, pegamos um peixinho fresco para comer e acho que isso pode acabar”.

Daniel Queiroz/ND
Se empreendimento for erguido, pescador Antônio Nascimento perderá a bela vista que tem do quintal de sua casa no bairro Ribeirão

Fatma envolverá toda a equipe na análise do projeto
Como é um projeto de grande porte, precisa de um EIA/Rima (Estudo de Impacto Ambiental e Relatório de Impacto ao Meio Ambiente). Esses estudos já estão na Fatma, mas sem previsão de data para conclusão do parecer técnico. Segundo o presidente da Fatma, Alexandre Waltrick, o processo vai demandar muito estudo e não é possível falar antes que seja analisado criteriosamente.
Um grupo de técnicos, que será coordenado pela diretora de Licenciamento da Fatma, está sedo formado e toda estrutura da fundação estará envolvida nesta análise. “Sabemos da importância do projeto, da possibilidade de discussão de ideias e vamos trabalhar com tudo o que temos aqui. Vamos analisar cada caso, avaliar os impactos, os meios de minimizá-los e, se necessário, contratar os melhores consultores do país para a análise”, disse.
Sobre o plano de manejo, Waltrick afirma que está sendo elaborado e tem previsão de ser concluído este ano. A demora se deve ao alto custo de fazer um plano deste tipo. Segundo ele, pode custar até R$ 400 mil. O documento servirá de parâmetro ao licenciamento.
Implicações na Guarda do Embaú
O projeto não despertou curiosidade apenas nos moradores de Paulo Lopes, mas também dos que vivem na Guarda do Embaú. O movimento SOS Rio da Madre, que lutam pela proteção do Rio da Madre, Guarda do Embaú e toda baixada do Maciambu e conta com centenas de moradores da região, quer esclarecimentos e defende a manutenção da área verde, desocupada.

Daniel Queiroz/ND
Moradores da Guarda do Embaú temem que empreendimento possa afetar o rio da Madre, que desemboca na praia de Palhoça

O presidente da Associação de Moradores da Guarda do Embaú, Luiz Antônio Rego, diz que o tema tem sido discutido nas reuniões e a preocupação é que afete o turismo e a pesca na região, dois principais meios de sobrevivência da comunidade.  “Estamos conscientes e de olho no projeto. Esperamos que seja bem analisado, que se pare para rever o que precisa ser feito. Mesmo intitulado como empreendimento ecológico é preocupante”, diz.  “Esse empreendimento pode afetar mais  a poluição do rio e, se acabar com o rio, acaba com a qualidade de vida”, opina o presidente da Associação de Surf da Guarda do Embaú, Marcos Aurélio Gungel, o Kito.
A preocupação da associação de pescadores é semelhante. “Nos afeta diretamente porque o rio termina aqui, acho que falta esclarecimento. Temos que ser consultados também porque se mexer no rio vai mexer com os peixes e a gente vive da pesca”, afirmou o presidente da Associação de Pescadores, Gabriel Correa.
Autores do projeto visam crescimento planejado
O engenheiro agrônomo especialista em gestão física e territorial Ricardo Luiz Scherer, que fez os estudos para o projeto Porto Baleia, afirma que há uma tendência de crescimento da região metropolitana da Grande Florianópolis no entorno da BR-101, conforme tem sido Palhoça. Ele alega que o potencial de expansão e crescimento é inevitável e “se não for bem planejado, pode virar mais uma cidade dormitório, um local sem estrutura e de crescimento e ocupação desordenada”. Por isso, a proposta é implantar o projeto em longo prazo.
A ideia é construir um local que seja possível de trabalhar morar e se divertir. “É um conceito urbano. Quando se pensa em longo prazo, não incha. É desenvolvido e incorpora a valorização ambiental”, justifica. Segundo Scherer, não é possível mensurar os valores de investimento porque ainda é um conceito. Não há projeto arquitetônico definido. “É um projeto de qualidade de vida. Não configura gueto, nem queremos ser os donos da cidade, vamos desenvolver parte dela e será uma área aberta para todos que vivem ali”, explica.
Interferência no rio da Madre
Sobre os rios, o engenheiro garante que não serão feitos desvios, mas interconexões, que irão equilibrar o curso do rio e melhorar o sistema da lagoa. Não será adensado o suficiente para degradar e adensado suficiente para ser viável. O sistema de saneamento da área, que abrange o projeto, será feito pelos empreendedores, mas o entorno, fora da área privada precisará da ação do poder público.
O prefeito de Paulo Lopes, Evandro João dos Santos, assume que o “saneamento do município é zero”, como ele mesmo define, e para este ano não há previsão de mudança para esta situação. “No momento não temos projeto, mas estamos batalhando. Até 2015, o município deve encaminhar projetos para saneamento e pavimentação para também conseguir recursos federais”, afirma.
Sobre o projeto, o prefeito considera “bonito” e diz acreditar que poderá influenciar na geração de empregos e na qualidade de vida dos moradores da cidade. Segundo ele, só as terras valem mais de 50 milhões. “Tem que avaliar as questões ambientais e dentro da legalidade, mas acredito que pode acontecer. Nunca recebemos um projeto dessa importância”.
Fonte: Notícias do Dia.

quarta-feira, 23 de fevereiro de 2011

segunda-feira, 14 de fevereiro de 2011

Começa "Movimento SOS Rio da Madre"


Grupo composto por moradores, comerciantes, pousadeiros e amantes do Rio da Madre criaram no ultimo sábado, dia 11, o MOVIMENTO S.O.S RIO DA MADRE, atividade pacífica de conscientização para a preservação do rio e adjacências, em função do descaso dos órgãos públicos e de pessoas insensíveis com o meio ambiente. Assim resolveram se reunir e organizar um ABRAÇO salvador ao Rio da Madre, como passo inicial em busca do saneamento básico para a região e resolução dos demais problemas ambientais.

Atividades e serem desenvolvidas:

1.Confecção de camisetas, faixas, cartazes, adesivos, mídia, etc;

2.Criação e gravação de um “jingle” por artistas locais;

3.Vídeo;

4.Dia 22/02/2011 - Manifestação na Câmara de Vereadores de Palhoça (a confirmar o
horário);

5.Dia 23/02/2011 a partir das 14h00 – Manifestação na Assembleia Legislativa

6.Dia 26/02/2011 – DIA DO ABRAÇO –
Local: beira do Rio da Madre das 11h00 às 19h00
Atividades:
- Abaixo-assinado;
- Microfone aberto para o “BOCA NO TRAMBONE”;
- Apresentações artísticas livres (música, teatro, malabares, índios, artes plásticas, boi de mamão, esportes aquáticos, futebol, vôlei, ciclistas, pipas, missa ou benção, etc. (Importante salientar que não haverá necessidade de inscrição, basta chegar ao local e mostrar sua arte).
- Barracas da Associação Caipora, Polícia Ambiental, Greenpeace, Fecasurf, ASPG, Usina de Reciclagem da Pinheira, etc.
- Momento do ABRAÇO (a combinar o horário exato, mas deverá ser por volta das 16h00) – formar uma corrente humana em parceria com os canoeiros, surfistas, comerciantes (que fecharão suas portas neste momento), turistas e moradores para O ABRAÇO NO RIO DA MADRE.

Acompanhem as novidades da programação do Movimento no Facebook no endereço http://www.facebook.com/?ref=home#!/event.php?eid=190323517664734 ou aqui no blog.



Essa noticia foi tirada do blog do marcoskito.

Agora falta nós nos mexer para proteger a lagoa, por em pratica nosso movimento 
                                   "Movimentos Salve Nosso Coração!"